cecília. aquela que ri sozinha quando lembra as coisas boas. aquela que faz de conta que não sabe, se sabe que você gosta de explicar e mostrar como se faz. aquela que exagera em quase tudo. aquela que se perde em pensamentos. aquela que briga pelas pessoas que considera especiais. aquela que cresce mas continua menina pequena. aquela que não sabe (nem querer aprender como) gostar se não for por inteiro. aquela que optou por estar numa boa. aquela que quer ser feliz e pronto!
às vezes quando escuto wouldn't it be nice dos beach boys me questiono sobre coisas que, afinal de contas não poderiam ser boas?. como um romacenzinho melado por exemplo ou, num caso que se aplica mais a minha pessoa, deixar as bobeirinhas sentimentalóides mais a mostra. fiz o layout pensando nessas coisas. e ouvindo a musiquinha, é claro.
figura do gettyimages. música dos beach boys pra todo mundo cantarolar enquanto lê. imagem editada muito meia-boca, num editor qualquer, já que meu photoshop já era e alguém ia me emprestar o seu, mas não lembrou - nem eu!! melhor visualizado em 1024x768.
. Ainda quarta, 26 .
Porque até conversas de êmeésseêne podem ter razão... ou: de como o msn pode não ser de todo bobagens!
Estávamos eu e pequeno Josué a conversar agora a pouco. Trocávamos versinhos e escritos pessoais, e falávamos sobre como (ou pra quem) foram feitos e o que significam para nós...
cecilia diz: vou procurar o manuscrito...
pausa: tempão que eu levei pra achar o famoso "caderninho que ninguém lê"... achei!! e dá-lhe digitar pra mostrar as palavrinhas pro Josué!
cecilia diz: dentre todos é melhor o teu gosto
e mais do que me adoçar os lábios
me derrete o corpo
cecilia diz: dentre todos é melhor o teu cheiro
e fica em mim, e te respiro
e te tenho lá dentro
todo tempo, como gostaria
cecilia diz: dentre todas é melhor a tua pele
alva, macia
vibrante quando me perco em ti
e depois, quente aconchego pros meus sonhos
cecilia diz: melhor é teu afago em meu cabelo
e teu olhar cúmplice quando estás em mim
melhor é teu sorriso quando te sinto
e o que sinto quando sorris
cecilia diz: e melhor é estar contigo apenas
quando dentre todas
a mais feliz sou eu
Josué diz: O mais massa de escrever é que qdo você lê, lembra exatamente do momento que escreveu a parada ..
Josué diz: e como se revivesse aquele momento
cecilia diz: eu lembro exatamente de quando escrevi e porque!
Na mosca, Josué!! Na mosca!!
* Só pra constar *
Até uns minutos atrás ninguém além de mim e talvez quem me levou a escrever isso (te mostrei?) tinha lido os versos ali de cima. Depois que mostrei pro Joshua lembrei que faz tempo que perdi a vergonha... daí resolvi postar mesmo!!
. Manhã de lua cheia linda e gorduchinha no céu meio azul, meio cor-de-rosa, meio cor-bonita;
. Saudade das minhas gurizinhas queridas;
. Dúvidas a respeito da verdadeira necessidade (se é que ela existe) de algumas pessoas mentirem sobre as outras - há algum benefício nisso?
. Certeza absoluta de que eu fui uma criança muito má: tem papos de êmeésseêne da madrugada que - com o perdão da expressão que eu detesto - ninguém merece!!
. Expectativas sendo saboreadas. De coisas que certamente vão dar certo, mas que mamãe me ensinou a não sair comentando com todo mundo antes que aconteçam;
. Paciência mínima pras picuinhas das coleguinhas de trabalho (brigar por uma lista de ramais? ah!! pelamordedeus...);
. Vontade moooonstra de comer batata frita! hehe...
. Necessidade enorme de fazer as unhas (fútil!!);
. Necessidade quase física de ler o "Código Da Vinci" que me foi tomado (pra compensar o tópico anterior!);
. Fim de post pra antender a primeira ligação telefônica do dia - por que raios eu estou aqui desde às sete, ã? hehehe...
Ainda quero acreditar que as pessoas são bacanas.
Acreditar em pessoas que se amam e respeitam, e não se usam. Acreditar que sexo, desejos e corpos que se encontram são coisas boas e felizes, não sujas, nojentas. Acreditar que cerveja é pra beber contente com os queridos, e não pra ser usada como desculpa de quem põe pra fora seu lado mais estúpido. Acreditar mais em sinceridade e menos em traição.
É, eu acredito bem mais em sinceridade e muito menos em traição. Acredito em pessoas especiais como a Keit e o Dani, pra quem eu corri quando tive medo, porque sabia que poderia fazer isso - obrigada!!
E a vida segue. Quanto ao que é ruim, isso eu só quero esquecer.
Oito e pouco da noite de domingo, e mal faz quatro horas que eu acordei... hehe... os últimos dias foram bem movimentados!!
Mas vamos por partes...
Sexta-feira foi dia de festinha supresa pro Josué, na casa dele!! Depois da concentração na casa da Keit, tocamos - eu, Dani, Keit, Júnior, meninos da Sylverdale - pro famoso recanto Tia Rita. Lá, cervejas, rock n' roll, presenças de Kélson e seu amigo Pierre, diversão eticétera e tal. Aqui tem fotos pra quem quiser conferir a bagunça...
No dia seguinte, ainda em AraquaCity, tarde de preguiça e conversa fiada com o Dani...
Só que era preciso correr pra casa, pro grande acontecimento do final de semana!!!
E se esse acontecimento fosse apenas uma festa linda, com comida deliciosa, cerveja-whisky com guaraná-champagne (Freixenet de verdade, ou alguém acha que era pouca coisa? hehe...), tiazonas dançando empolgadas e muita risada e gente contente, já teria sido ótimo!
Mas além de tudo isso, foi o casamento da minha melhor amiga-irmã Nice com o Rafa, um dos caras mais bacanas que eu já conheci na vida! Foi um momento daqueles em que eu acredito em feitos um para o outro e felizes para sempre.
Foi lindo!!
Acordei com a sensação de que as coisas sentimentalóides são as que valem mesmo a pena nessa vida!! Aiai...
No mais, essa semana tô indo outra vez pra Bombinhas, amanhã ou terça. Fiquem bem na minha ausência!! hehe...
;)
Queria que tudo fosse engraçadinho como a obra do Dani, mas não dá... ainda não consegui "digerir" os últimos acontecimentos e descobertas.
Quando você convive com alguém, mesmo que não seja sua melhor amiga, mesmo que você saiba que ela não é de todo confiável, é difícil entender algumas coisas.
É difícil entender porque a pessoa além de mentir e enganar, rouba. É difícil entender porque aqueles que abriram as portas das próprias casas, que acolheram, que conviveram quase como família tiveram como retribuição esse tipo de atitude nojenta.
Todo mundo por aqui só tem esse assunto atualmente. Nossa querida amiga Débora não merece essa popularidade toda, é claro! Mas é difícil aceitar essa sujeirada quando ela acontece no meio dos seus amigos...
E ainda ouvir a voz nauseante se fazendo de vítima ao telefone... ou debochando... ou negando coisas óbvias... credo!!
Sei que ninguém precisa ficar lendo isso, mas tive que dar uma pausa no meu modo sentimentalóide pra pôr isso pra fora. E assim como eu, outras pessoas também fizeram umas homenagenzinhas, como você pode ver aqui, ou aqui, ou aqui, ou aqui...
Ia escrever sobre como eu tenho lembrado de coisas com carinho. Ia escrever sobre as coisas que não se repetem, mesmo que as façamos inúmeras vezes, pois cada uma é especialmente diferente e boa. Ia escrever sobre como revivo as cenas em pensamento, feliz por saber que outras ainda vou viver e depois poder lembrar se quiser. Ia escrever sobre como amo quando nos entendemos, e sobre como também é bom quando discordamos, já que (mesmo que não conte pra ninguém) acabo sempre roubando de ti uma idéia nova, sempre revendo minhas opiniões. Ia escrever sobre como me sinto sem amarras, livre como antes não era. Ia escrever sobre como quero te pôr no colo tantas vezes, e dizer que tudo vai ficar bem, enquanto te afago os cabelos - e adoro te afagar os cabelos! Quase, quase, quase ia escrever sobre coisas tão minhas, tão guardadas... mas essas eu deixo só pra mim, no máximo reparto contigo, hora dessas, quando não lembrar dessa bobagem de vergonha...
Achei parte desses escritos no meu caderninho que ninguém lê. Não tinha data. Uns pequenos ajustes e quase me vi nua nas palavras, que pra mim são exatamente como me sinto agora. Bom isso...
Não sei se eu que sou ingênua demais em acreditar nos outros, ou se as coisas estão se perdendo mais a cada dia. Mas a verdade é que se no começo eu tinha pena, agora tenho nojo... novas histórias aparecem de todos os lados e "prefiro não falar sobre isso agora" soa aos meus ouvidos como "preciso de tempo pra inventar mais uma mentira".
"se todo mundo tentasse ser um pouco mais sincero;
se as pessoas parassem de usar máscaras pra fingir ser o que não são;
(...)se não houvesse tanta mentira;
(...)e porra, será que é tão difícil ter isso? essas pessoas de "plástico" me soam tão vazias.
como diz ela, tá na hora de parar com a "filhadaputagem" e crescer."
E olha que nem estamos falando da mesma coisa.
Mas você sabe do que eu tô falando, não sabe, chuchu?
Há tempos eu não me dava conta de como gosto dos dias de família. Dias cheios de pequenos momentos simples e gostosos. De tomar banho de piscina com a irmã pequena até todos os dedos murcharem, de dar risada com a irmã grande até chorar e doer a barriga, das conversas infinitas com (melhor) irmão (do mundo), das receitas deliciosas da step mama, de descobrir que quero ser quase igual a papai quando crescer, se é que ainda não sou...
Porque mesmo que a gente esteja esparramados por aí, mesmo com aquele papo de filha do meu pai que não é filha da minha mãe que é minha irmã mas não mora na minha casa... e mesmo que algumas coisas entre nós sejam sempre aos trancos e barrancos, é bom estar com eles!
E foi assim, final de semana em família e só.
E foi bem bom!
Lembrava dele a percorrendo, e corria seu pensamento por memórias ainda não vividas, por sonhos antes tão reais. Tudo tão verdadeiro e intenso, como a respiração que ainda lhe aquecia o pescoço.
E lembrando-se do toque, sentia-se outra vez tocada. E do sorriso, outra vez o retribuía. E do beijo, sentia-o outra vez na boca. E do gosto, percebia que mais e mais gostava.
Mas não só do gosto. De tudo.
... porque eu posso não acreditar em sentimentos, mas que eles existem, existem!
Depois de um Natal em família nax Bombinhax e de uma virada de ano e dias gostosos e em ótimas companhias em Araquari... de volta ao lar!
Não por muito tempo, eu espero. Afinal de contas tô de férias e mereço um pouco mais de praia...
;)
O que importa é que eu tô numa boa, feliz da vida, de pernas pra cima eticétera e tal...
Tenho pensado muito sobre algumas coisas que eu guardo aqui dentro e sobre outras tantas que aconteceram, e decidi que esse será o ano de levar bem a sério minha resolução número um de ano novo - nossa!! é dia 4 e eu ainda lembro!!
Vou dar importância só ao que (e a quem) realmente importa! O mais, deixa pra lá...
And that's all!
Enjoy 2005, 'cause I'll really do it!