. Sexta, 21 de outubro de 2005 .
Besteirinhas sexta-ferinas
Então logo eu, que nunca ganhei nem rifa de igreja, fui pega de surpresa na terça-feira com a notícia de que havia sido contemplada (palavra estranha) com um óculos, só precisava passar na ótica e blá blá blá. Lá fui. Escolhi uma armação vermelha e linda e mandei fazer. Ontem ficou pronto.
Fiquei toda exibidinha, como é natural da minha pessoa, e contei pra uma porção de gente sobre isso. Eis que, como resposta, recebo por email um texto sobre clichês de pessoas que querem parecer cool. Lá pelas tantas, o texto diz:
"... tem fotos com óculos de aros grossos, mesmo que não usem. Geralmente são pretos mas, se coloridos, são vermelhos ou verdes"
Oh! céus! E agora?
E qual não foi a minha surpresa ao me identificar com vários outros tópicos? Muita bobagem!
Se você não gosta de mim, enjoy - Cecília é um grande clichê!
Sim, porque é importante "ter um inimiguinho em potencial. Não gostar de alguém pode ser sinal de que a pessoa tem opiniões de verdade e as defende a ponto de criar inimizades, e ter opinião é essencial".
Hehehehehe, patético!
Veja exemplos (alguns forjados ontem à noite especialmente para esse post) com fragmentos do email:
Dos óculos: "Geralmente são pretos mas, se coloridos, são vermelhos ou verdes"
Das unhas: "As garotas usam unhas vermelhas, ou pretas e descascadas" (essas últimas, horríveis, permita-me dizer).
E de quebra, numa das poses mais repetidas em flogs, blogs, orkuts e afins - vai dizer que você nunca viu uma dessas?
"A foto idiota da canela e da barra da saia é um clássico. Deve estar em 8 de cada 10 álbuns do Orkut de meninas que se acham bacaninhas. Cá entre nós, que droga de foto é essa?"
Acompanha minha tattoo, que segundo seres sabidos e descolados (de verdade) também é um clichê. Uma vez alguém me disse "credo, Cecília, estrelinhas hoje, cover-up amanhã!".
Mas eu a-dou-ro.
"Fotos de partes indefinidas do corpo, em que não se consegue identificar a pessoa fotografada também são muito comuns. Essas são piores que as da barra da saia"
Preferências clichês (já não se pode nem mais gostar em paz):
"Amélie Poulan. Na verdade é um saco. O filme é chato, brega e super parado. Mas todo mundo que quer parecer legal diz que gosta, pode verificar perfis do Orkut. Vai ver é porque é francês e não americano".
E também: "Laranja Mecânica. Amado pelos pseudo-intelectuais. Deles, boa parte nunca nem sequer assistiu e outro tanto nem entendeu, mas diz que gosta mesmo assim".
(E sim, Lya! eu roubei sua imagem e fiz um button pra mim e nem falei nada. Ai, que vergonha!)
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Ai, ai. Depois de toda essa bobagem, se você quiser ler alguma coisa de verdade, aproveita que essa semana saiu a edição 27 do Zine Vanilli.
E apesar da chuva e dos bolsos vazios, vamos tratar de ter um bom final de semana!
:)
. Cecília . às 09:50 . .
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. Terça, 18 de outubro de 2005 .
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Filetes de claridade desenhavam a parede quando ela abriu os olhos. Ficou ali, corpo acordando, devagar veio o primeiro pensamento: onde ele se meteu? Esticou a mão, o lençol ainda estava quente, ele deveria ter levantado a pouco tempo. Aninhou-se na cama e podia sentir o cheiro dele. Não de perfume, não de cerveja, nem de cigarro. Isso
também estava ali, mas ainda podia sentir o cheiro dele. Só dele. E ouvir o silêncio.
Foi quando o gato pulou na cama que ela acordou de verdade, meio no susto. Levantou e vestiu qualquer coisa que encontrou sobre a cadeira. Era dele a camiseta? Sim, era dele. Sem roupa ele não teria ido a lugar algum. Seguiu pelo corredor arrastando os chinelos - precisava perder esse hábito, sabia disso.
Toda a casa estava silenciosa, vazia. Exceto pelo gato que ronronava, ninguém emitia o menor som. O lugar parecia sem vida com a ausência das risadas da noite anterior. Quando chegaram ele disse que precisava lhe mostrar uma música, ela tinha que ouvi-la! Embriagados, dançaram e gargalharam. Ela jogava o corpo pra trás, ele a segurava, a puxava pra perto, queria senti-la. Os copos giravam, os corpos giravam. E os beijos vieram em uma intensidade absurda.
A cena que veio a seguir foi estranha e linda. Ele estava lá parado, olhando pela janela da cozinha, encostado da parede. Ao lado, na mesa, uma xícara fumegante de café - o cheiro ia se espalhando pela casa. Na mão, o cigarro da manhã. Nas costas nuas, as marcas não o deixavam negar que estivera com ela na noite anterior. Nunca ninguém pareceu
tão bonito pra ela. Sentindo-se observado, ele virou. Quando os olhares se encontraram, sorriram demoradamente.
- Não gosto que me olhem - disse fazendo uma careta, claramente debochando dela, que falava isso às vezes.
E levou a mão pra pegar o café. E ela não disse palavra. E a fumaça subiu, cigarro e café. E tudo se misturou. E ali, indefinida, esfumaçada, escabelada, amanhecida, a felicidade atendia pelo nome dele, e nunca
pareceu tão clara.
(ou: tive uma recaída, mas eu mereço)
. Cecília . às 12:30 . .
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. Segunda, 17 de outubro de 2005 .
Post estranho, não estranhe
Não, eu não estou me sentindo bem. Não sei exatamente o que é. Se é físico, mental, emocional, ou se o problema está em outra dimensão. Mas também não me preocupa muito. É só uma sensação esquisita e sem maiores explicações, acompanhada de uma tremenda dor de cabeça.
Mais nada.
Ou talvez não seja nada disso. Seja só um eco do final de semana.
A sexta, veja você, conseguiu ser ótima mas também não ser. Quem entende?
Até que pra quem foi descaradamente abandonada da rodoviária por uma anfitriã fajuta, eu me diverti bastante. Claro, impossível não dar risadas com Bob - "eu prefiro morrer de vodka do que morrer de tédio" - Nadia, Vini, Adri e demais pessoas, suas ótimas tiradas, versões bizarras de Pedro e Bino, piadas infames nas melhores e piores horas e por aí à fora. Impossível também não dançar um monte ao som dos meninos Fungos que eu gosto tanto.
Depois de uma noite de sono bem dormido na casinha da Nadia, voltei pro meu lar sem nem ao menos me despedir dos queridos jaraguaenses - é, os dias de bons modos já não existem mais - e passei o restante do final de semana na companhia felina de Alfredo (ótimo, estou perdendo o maravilhoso hábito de falar sozinha e adquirindo o ainda mais maravilhoso hábito de conversar com o gato como se fosse outra pessoa).
Pois bem, segunda quase onze horas e mesmo saindo da cama bem atrasada hoje, sinto que ainda não acordei, sinto que tinha uma porção de coisas pra fazer nos últimos dias e não fiz, sinto os dias seguindo seu rumo enquanto eu fico aqui, meio parada, meio abobalhada, meio sei-lá-o-quê.
Devo melhorar no decorrer da semana, ou acordar, ou tomar novamente meu lugar no curso das coisas.
Assim espero.
. Cecília . às 10:50 . .
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. Sexta, 14 de outubro de 2005 .
Wish (de emergência) list e outras coisas
1. Ar condicionado.
2. Piscina.
3. Sorvete.
4. Água.
5. Mais, muito mais água.
Já pediu ontem, menina Gica, explicações a respeito da sensação térmica de 96° que toma conta de Blumenau. O mesmo acontece por aqui, tenha certeza. E junto com a explicação, peço socorro - a manutenção do ar condicionado do prédio onde eu trabalho, que deveria ter sido encerrada nos primeiros dias de setembro, não tem nem prazo pra terminar.
Aimeudeusdocéu!
Mas, nem só de reclamações sobre o calor vive este blog!
Como foram de Dia da Criança?
Eu, pequena pecurrucha que sou, ganhei do meu irmão mais novo um lindo, bebê, de quatro patas e felino presente. Alfredo é o nome, embora ele não saiba.
Ó, que lindo!
Diga olá para o gato!
E terça teve show da Reino Fungi, não teve?
U-hum. Muito bom. Os quatro garotos em nova fase, agora com a elegância do Rômulo. Deliciosos, dançantes e empolgantes como sempre. E eu adoro isso! O Taberna cheio, porém não atopetado de gente até a tampa, os costumeiros queridos, boa música e diversão. Foi uma bela noite!
Hoje, eles de novo. Na Astrolab Party em Jaraguá, como eu já disse outro dia.
Sexta, senhoras e senhores! Não derretam, divirtam-se!
. Cecília . às 07:55 . .
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. Terça, 11 de outubro de 2005 .
Terça-feira-e-amanhã-é-feriado
Terminei de ler Abusado ontem. O que é ruim, porque eu não gosto quando os livros acabam. Mas também é bom, porque com minha absurda vocação pra mulher de malandro, acabaria me apaixonando por Juliano/Marcinho VP. Hehehe...
Seguindo meu costume de me interessar por histórias de verdade com pessoas de verdade, comecei a ler Chatô - o rei do Brasil, do Fernando Morais, que é a biografia do Assis Chateaubriand, e já estou presa com a história, paro só quando não tem outro jeito. Numa dessas paradas inevitáveis, lembrei de que sempre fui assim, depois de O barquinho amarelo, criei o hábito de ler por prazer e me envolver com as histórias. E assim foi com tantos exemplares da boa e velha Coleção Vagalume, com Um homem no sótão, os livros do Pedro Bandeira, O diário de Susie, O diário de um adolescente hipocondríaco - e como eu gostava desses dois últimos! - e por aí a fora...
Não sei quando foi que isso começou, mas lembro que quando eu tinha uns doze anos meu professor de Português fazia uma espécie de biblioteca/leilão na sala de aula. Uma vez por semana ele atopetava a mesa de livros e lia os títulos um por um, enquanto os alunos interessados levantavam a mão pra pegá-los emprestados. Quando mais de um aluno queria o livro, quem tivesse lido mais nas últimas semanas poderia levar. Virava uma competição absurda, a gente brigava, discutia, mas por fim todo mundo queria ler um monte só pra poder, na semana seguinte, ler mais ainda! Acho que valeu a pena e uma boa parte daqueles pivetes - incluindo esta que vos escreve - pegou gosto pela coisa.
Bem, mil perdões pela nostalgia. Mas comecei a pensar e as lembranças foram loooonge! Verdade seja dita, nem lembro mais o que eu ia dizer quando comecei o texto... hehehe
Mas enfim, terça, véspera de feriado, não esqueça de Reino Fungi e Lopez no Taberna hoje à noite!
E na sexta...
O que diz ali embaixo e você não consegue ler é:
Discotecagem primorosa: Dona Jó (Bondage) e Senhora Cami (Madeixas)
Mostra do artista plástico - Felipe Lobe
Mostra de fotografia - Raphael Günter
E é isso. Divitam-se todos!
. Cecília . às 11:00 . .
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. Segunda, 10 de outubro de 2005 .
Joinvilhocas vão à festa
(ou: quem nunca comeu melado, quando come se lambuza)
A jornada das mocinhas rumo à festa POW em Curitiba começou na tarde de sábado e terminou ontem à noite, Cinthia e eu exaustas, indo pra casa.
Mas valeu a pena! E como!
Recebidas em Curitiba pela menina Yeda, fomos pra festa encontrar os nossos queridos daqui de Joinville mesmo! Hehe... guris Fungos e senhoras, Douglas, Affonso, Talita e seu bem. E ainda o querido casal-sensacional de lá Dani e Juliana ou Sr. e Sra. Mod, como queiram.
Sob a responsabilidade de Gabba, Dani e (peraí um pouquinho que eu não lembro, vou ver o nome dele ali embaixo) Alberto Zioli, as músicas estavam primorosas e era praticamente impossível não dançar! Pessoas from Joinville City então... empolgadíssimas! Eu, inclusive.
Tudo foi ótimo, até as risadas nas filas do banheiro, ouvindo os comentários das mocinhas sobre o fungi da camisa de bolinhas, o fungi pequenininho e o fungi do suspensório.
Ai, ai...
Diversão pelas lentes de Danimod I:
Rômulo, Vitor, Douglas e lá atrás dá pra ver o Tiago também
Diversão pelas lentes de Danimod II:
Affonso e eu
Diversão pelas lentes de Danimod III
Ju e Yeda
Fim de festa, o sono das justas na casa da nossa anfitriã.
Recuperadas - óquei, nem tanto - da noite, domingo à tarde fomos encontrar família Mod no shopping, com direito às gracinhas da Nina e os patinhos de grama de olhos cor-de-rosa (ã?).
Depois disso, com a sensação de mês-que-vem-eu-quero-outra-vez, voltamos pra casa.
Bom... muito bom...
. Cecília . às 08:55 . .
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. Sexta, 07 de outubro de 2005 .
Sexta-feira, por fim
Garganta arranhando, café e biscoitinho mignon. Chuva, preguiça e saudades do meu bom e velho cobertor vermelho.
É. Nem parece sexta-feira.
As últimas horas não foram, nem de longe, as mais agradáveis. E minha cabeça latejando não me deixa esquecer de tudo que chorei ontem.
Mas, incrivelmente, acordei outra pessoa.
E apesar de ainda estar assim meio devagar, apesar da garganta, da cabeça doendo, da preguiça... apesar de ter passado tanto tempo ontem tentando me convencer a murchar de novo, quero vestir meu sorriso mais bacana e sair por aí.
. Cecília . às 08:40 . .
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. Quarta, 05 de outubro de 2005 .
Perdida em pensamentos
(e escrevendo pra chuchu)
E chove.
Então, quando ouvi o Hard day's night fajuto e eletrônico do meu celular tocando, tudo que eu queria era ouvir também meu irmão reclamando, dizendo pra desligar aquela droga porque era sábado. Mas hoje é quarta-feira, certo? E como se não bastasse, eu ainda precisava pular logo da cama pra lavar o cabelo.
Banho tomado, fiquei divagando sobre o final de semana que se aproxima. Depois do dilema entre festa POW e Brazuca, decidi ir pra festa em Curitiba dançar um róquenrou até não poder mais. Mas meus pensamentos são sobre o festival no Curupira. Sobre o que vai acontecer, sobre quem vai estar lá, sobre os shows e sobre coisas bem mais específicas também.
Não é de hoje, tenho essa mania de ficar idealizando as coisas. E também não é de hoje, de tanto idealizar, acabo deixando de lado, com medo de ter imaginado demais e acabar me frustrando. E, pode apostar, isso acabou influenciando nos planos pro próximo dia oito.
Sentada na cama, ainda enrolada na toalha e pensando na vida, me dei conta de que já estava bem atrasada. Queria ficar ali e só. Mas como não tenho vocação pra irresponsabilidade no trabalho, levantei e me arrumei com pressa.
Na saída, o elevador, muito prestativo, deveria estar um, no máximo dois andares longe do meu, e apareceu rapidinho.
Finalmente no trabalho, entrei na minha sala, sentei em frente ao computador e comecei a digitar esse post - não há nada pra se fazer por aqui nesse horário. Mas minha cabeça anda por milhões de outras coisas sobre as quais não quero - ou não devo - escrever. E já estou há uns bons quinze minutos tentando terminar isso aqui mas não consigo. Tenho a impressão de que a cada nova frase vou acabar indo mais longe, e posso passar a manhã inteira digitando uma coisa atrás da outra sem nunca encerrar o texto. Assim, escrevendo sem dizer nada de verdade.
Melhor parar enquanto eu consigo.
Mas antes que eu encerre, agende-se por favor:
Festa POW! promovida pela Radio Luxemburgo.
Local: NICO - João Negrão, 45 - Curitiba
Data/Hora: Sábado dia 8 de Outubro às 23:59h
Preço: Entrada entre 23:59h e 2h R$5,00. R$ 7,00 depois das 2h - sem consumação mínima.
DJs: Gabba (Radio Luxemburgo), Alberto Zioli (Mod Generation), Danimod (Radio Luxemburgo) + convidados, tocando o melhor dos anos 60 (soul, r n' b, beat, freakbeat, garagem, psicodelia & jovem guarda).
. Cecília . às 08:05 . .
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. Terça, 04 de outubro de 2005 .
Das ignorâncias e das revoltas contidas
Ontem, novela das oito que passa às nove:
- Tony, a Haydée é bipolar, ela tem dupla personalidade! É a maior roubada!
Pois sim, só porque eu fico puta quando vejo uma coisa que faz parte da minha realidade sendo distoricida...
"O Transtorno Afetivo Bipolar (...), é uma doença relacionada ao humor ou afeto..."
Sabe humor, do Lat. humore, s. m., disposição de ânimo, do temperamento, natural ou acidental?
E não personalidade, do Lat. personalitate, s. f., qualidade ou carácter próprio de uma pessoa (física ou moral); conjunto estruturado e estruturador de caracteres que distinguem os indivíduos; consciência individual da unidade do eu; individualidade.
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
E pronto.
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E hoje de manhã, nos corredores da Câmara de Vereadores de Joinville:
- Tem que votar no sim! Contra a venda de armas. Arma é coisa pra bandido!
U-hum, isso mesmo, belo argumento. Eles também vão adorar lembrar disso quando tiverem mais uma mercadoria pra traficar e encher os bolsos...
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Blá!
Puta da cara com coisas da vida offline que preciso calar, permito-me pequenas revoltas aqui com essas pequenas idiotices.
Ah! vamos lá pessoal! É todo mundo tão inteligente, tão moderninho, tão cabeça aberta, tão pra frentex - bem mais que essa expressão, pelo menos! Por que na hora de agir civilizadamente fica assim difícil? Hein? E pelamordedeus, se você não é do tipo que pensa, mas que pensa mesmo, fique aí quietinho.
Obrigada.
(calma, vai passar)
. Cecília . às 16:40 . .
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. Segunda, 03 de outubro de 2005 .
E foi assim...
Então, na minha condição de avariada do braço engessado de um lado e da tatuagem do outro, parece que o fato mais emocionante e o mais divertido do final de semana foram, pela ordem, cortar as melenas na sexta e ir ao supermercado no sábado. E se você não sabe onde está a emoção de tesourar os cabelos, pode ter certeza: seu cabelo é liso, e não é escova!
O cinema que eu tinha planejado ficou pra um futuro bem próximo, já que fui convencida por meu irmãozinho a esperar pela primeira quarta-feira de Wallace e Gromit - A batalha dos vegetais e pagar meio ingresso.
Todo o resto do tempo fiquei entretida com meu amiguinho Juliano e a rapaziada do tráfico no Santa Marta.
Iaí... qualé que é, neguinho, não curtiu não? Sabe o que eu vô fazê? Vou metê o pipoco mermo!
E o show da vida, alguém assistiu? E o transplante de rosto? Será que já dá pra fazer indicações pra fila de espera? É... não que eu seja uma menina malvada, mas não pude evitar, a idéia me veio instantaneamente quando a matéria começou!
Ah, sim! Layout novo. Olho pra ele e tenho uma vontade quase descontrolada de comer as pastilhas de chocolate com menta que eu tanto adoro, hehe. E sim, o tema é boboapaixonado, embora eu não esteja (ou finja não estar, ou queira desesperadamente não estar, ou tenha imaginado estar, mas foi engano) bobapaixonada.
... sacumé mermão?
:P
. Cecília . às 07:35 . .
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