Ela

Cecília, 24. Palavras, muitas. Beatles a Belchior - depende do estado de espírito. Coisas estranhas. Sonhos assanhados com o Jude Law - ai, o que é ele de barba? Amigos e róque e cerveja, de preferência tudo junto. Sempre às voltas com um apartamento, um irmão e um felino doméstico.

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A Sonia

Sonia Rodrigues é escritora, jornalista e roteirista. Acabo de ler um de seus livros - "Amor em segredo" - e me apaixonei perdidamente por suas palavras. O texto ali em cima é parte de "Bobo alegre", um dos contos deste livro. Sim, ela é filha do Nelson e no mais, eu recomendo.

O blog

O mesmo desde março de dois mil e quatro morando aqui, que já esteve em outros lugares tanto tempo que nem sei direito. Aquele que você sempre (?) leu, diarinho e coisa e tal.

Arquivos

Layout & Créditos

Layout (re)feito por mim - de novo de novo de novo - com foto minha tirada por - adivinhem!!!! - eu mesma. Palavras de Sonia Rodrigues lá em cima, como eu já disse, do conto "Bobo alegre" que pode ser lido na página 169 de "Amor em segredo".

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Sexta, 10 de fevereiro de 2006

[chateada mode on]

Talvez seja essa minha mania, esse meu defeito de te dar um oi e automaticamente idealizar que tipo de pessoa você é e depois, frustrada, perceber que a realidade é um bocado diferente. Mas ainda que eu não fosse assim, mesmo você sendo o que é, a sensação de ser ignorada me chateia. Machuca, pra ser mais precisa.

Talvez eu dê importância demais às coisas. E como nasci sem um regulador de intensidade do que quer que sinta, esqueço que tem gente que consegue sentir ao extremo, sentir mais ou menos e sentir como se não fosse nada, dependendo do que lhe parecer melhor. E quando espero o máximo - porque só conheço dar o máximo – e recebo em troca indiferença, além de me sentir uma tremenda idiota, sofro. E sofrendo por essa razão, sinto-me mais idiota ainda.

Só que já não me interessa nenhum pouco chegar cheia de cores e brilhos e plumas e paetês, enquanto você vem velho-amarelado-sem-graça. Se vier.

[chateada mode off]

O fato, caríssimo, é que hoje é sexta-feira e pelo que percebo na minha agenda, não tenho mais nenhum horário livre pra broxar. Principalmente por isso. Agora que já desabafei, estou melhor e vou é fazer alguma coisa, qualquer coisa, que me pareça mais atrativa. Nem que seja, como disse certa vez um conhecido meu, fazer cocô – o que, comparado a me chatear por você, é bem mais salutar.


Cecília, às 16:50



Quinta, 9 de fevereiro de 2006

* Não quero mais pôr título nos posts, como você pode perceber. Também é visível que eu não tenho mais escrito textos com boa conexão. Não que eu goste de tópicos, mas minha cabeça anda naquele ritmo de uma coisa leva a outra que leva a outra que leva a outra e só eu entendo porque. Dá vontade de escrever sobre tudo ao mesmo tempo e... ah! daí fica assim.

* Lost continua f****** com meu sono. Simplesmente não consigo ir pra cama antes de assistir, nem que isso me custe olheiras profundas like um abismo no dia seguinte - tipo hoje. Precisava de um resumo dos capítulos, como tem das novelas, nos jornais, internet e revistas de fofoca. Traria uma significativa melhora pra minha qualidade de vida! Hehehe

* É fato que filmes que deveriam me assustar só um pouco mas têm crianças, acabam me apavorado. Então, o que fiz eu? Loquei Água Negra - o japonês - e putaquepariu! Que droga de filme. Ainda dizia na capa "o real herdeiro de O Iluminado", ou algo assim. Santa pretensão, Jack!
Felizmente Almodóvar sempre me salva a vida e eu ainda tinha Fale com ela e Tudo sobre minha mãe pra assistir. Ufa!

* Um acontecimento isolado é uma coisa só, certo? No plural já não é mais tão isolado assim.
Assumo: cortei o cabelo sozinha de novo. Fotos do resultado final só amanhã, porque quando eu fui dormir as melenas ainda estavam úmidas, não dava pra ver exatamente como ficaram.

* O telefone do vizinho do lado tocava sem parar ontem. A tarde toda. De noite também. O vizinho do lado é bem velhinho, daqueles que pra ir dessa pra melhor só falta deitar, e mora sozinho. Fiquei preocupada. Fui à sacada e meti a cabeça (e quase a metade do tronco) na sacada dele, pra ver se tinha movimento na casa. Tinha, ele só não estava afim de falar ao telefone - o que eu entendo, mais do que ninguém. Quando saí da sacada dele e voltei pra minha, alguém - que não sabia que eu só estava preocupada com o vovô, não estava xeretando - me observava de uma janela do hotel em frente e balançava a cabeça em sinal de reprovação.
Fiquei com vergonha, eu sou uma boba.
(tá, agora alguém me explica por que eu contei isso)

* Depois da vergonha, estava vendo tio Tremendão cantando no meu devedê piratão e me dei conta: preciso acabar logo com isso, preciso lembrar que eu existo. Trocando em miúdos, nada de comportamento teen no final de semana. Eu sou mais eu (uhú!), não preciso disso.

* Por falar em final de semana, a van-da-alegria cresceu e virou uma grande caravana-da-alegria, com muita gente de qualidade rumo ao Curupira.
Divertir-me-ei a valer!


Cecília, às 10:30



Terça, 07 de fevereiro de 2006

Cinza-cor-de-desânimo, pra fora!

As horas passam sem grandes novidades. Lá fora, o céu tá nublado, feião mesmo. Mais cedo pela manhã as ruas estavam imundas, resultado do temporal de fim dos dias que caiu nas últimas horas de ontem, primeiras de hoje.

Dia típico pra eu broxar, mas eu não estou afim, ouquêi?

Sigo tentando arrebanhar ovelhas para ver Reino Fungi (e eticétera) no Curupira sábado - Vamos!! Vamos!! Vamos!! :)
A propósito, eis o flyer:


Reabertura do Curupira





* E se por acaso você achou que o Ubbi resolveu ser legal, não se engane - eu é que mudei as imagens de lugar. Ao Ubbi, ainda ficam meus sinceros votos de que vá à merda.


Cecília, às 09:20



Segunda, 06 de fevereiro de 2006

Antes de mais nada: Ubbi, meu caro, vá tomar no seu c* virtual.


- - - - - - - - - -


Agora alguns drops - esse seria o título, se o Ubbi não quisesse aparecer mais do que eu no meu próprio blog:

* Sábado: sol, churrasco, cerveja, velhos queridos, novos queridos, piscina de plástico (!!), risadas mil. Aaah! Do que mais eu preciso?

* Eu já disse aqui que sou uma das pessoas mais oniricamente sugestionáveis que eu conheço, não disse?
Pois sim, bastou um episódio de Lost para que essa noite eu recebesse num walkie talkie de brinquedo que meu irmão tinha em noventa e poucos: "1600 metros à direita de onde acharam Cachorro Grande. Por favor mandem ajuda". O que raios os caras da Cachorro Grande têm com isso? Daí também já é perguntar demais...

* Por falar em Cachorro Grande, parece que mês que vem eles vão tocar aqui. Cruzemos os dedos, seguremos com força nossos patuás e que venha o róque!

* Por falar em Lost, serão seus capítulos de histórias absurdas e vários bonitões um alento pra mim, escrava das primeiras horas da madrugada na tevê aberta? Ou isso é apenas mais uma enganação como 24 horas? (por 24 horas, entenda-se: a série mais chata de todos os tempos, em todas as galáxias, dimensões e planos espirituais, desde sempre e para sempre).

* Sexta passada, três e pouco da tarde: vou ao escritório onde meu irmão trabalha. Minimizada, lá embaixo, a página do BBB6. "Putz! página do Big Brother!", eu digo. "Passo a tarde toda acompanhando", ele responde. Meu pai era viciado no primeiro - me ligava em horário de expediente pra comentar o programa da noite anterior. Eu confesso que acompanhei alguns religiosamente. Agora é o meu irmão. Sim, o Big Brother Brasil é uma maldição hereditária, não há dúvidas.

* Blá. Alguém movimente minha correspondência virtual antes que eu enlouqueça.


Cecília, às 07:10



Sexta, 03 de fevereiro de 2006

Peguei emprestado sem pedir. Descaradamente.

Roubei da senhora Pree, a idéia foi dela - ou será que ela também roubou de alguém?

Há 9 anos

1. Minha mãe foi embora pro Caribe.
2. Eu peregrinei de novo pra casa de papai.
3. Inventava que tinha trabalhos pra fazer na biblioteca da escola, meu pai me levava até lá (e era longe) e eu pegava um ônibus e voltava pra namorar escondido o filho do vizinho do lado.
4. Assim como a Pree, também era apaixonada pelo meu professor de informática.
5. Virei crente, líder de grupo de jovens, membro do grupo de louvor e todos esses blablablás – mas não, Gica, eu não ouvia rap evangélico, tudo tem limites!
6. Meu cabelo tinha cor de água de salsicha.
7. Fiz uma dieta kamikaze e emagreci 15 quilos em poucos meses.

Há 5 anos

1. Voltei do "exílio" ao qual fui submetida no Rio Grande do Sul, como castigo por não ter passado no vestibular.
2. Já tinha engordado todos aqueles 15 quilos. E mais outros.
3. Estudei feito uma louca e passei no vestibular pra Ciências da Computação na UDESC.
4. Meu cabelo continuava com cor de água de salsicha.
5. Entrei na faculdade. Aprendi a jogar truco (muito mal), larguei mão da igreja e me apaixonei pela cerveja – não era pra rimar – e por um "metaleiro malvadão".
6. Tornei-me uma funcionária pública (mas como não faz muito tempo, ainda sou do tipo que trabalha).

Há 2 anos

1. Depois de uma experiência frustrada morando sozinha, estava morando com minha querida amiga Nice.
2. Queria largar a faculdade e sair correndo pra qualquer lugar onde ninguém soubesse nada sobre linguagens de programação.
3. Tinha um relacionamento que não era um namoro – mas às vezes eu esquecia disso – com um cara que me trocava fácil pelo mar em dia de ondas boas ou uma mocinha mais sorridente ou uma festa com amigos droguentos.
4. Larguei a faculdade.
5. Conheci uma criatura chata pra chuchu, mas através dela encontrei as pessoas mais bacanas que poderia desejar.
6. Minha mãe já havia voltado do Caribe. Eu tinha tremendas crises porque apesar de ser minha mãe, a distância geográfica quase nos transformou em estranhas.
7. Dei um trato no cabelo. Adeus, vermelho perdigão!

Há 1 ano

1. Meu relacionamento com minha mãe estava muitíssimo melhor, obrigada. Mas uma experiência nojenta me fez perceber que ela é casada com um desprezível monte de estrume.
2. Minha amiga Nice casou e foi morar em Porto Alegre.
3. Comecei a faculdade de Jornalismo. Por motivo$ de força maior, isso só durou um semestre.
4. Depois de uns meses sem a Nice, meu irmão e eu resolvemos alugar um apartamento e morar juntos.
5. Vários amores passaram, menos a cerveja.

Ontem

1. Eu assisti Horror em Amityville e prometi nunca mais ver filmes com histórias de livros que já li. Sempre fico esperando pela mesma riqueza em detalhes, não encontro e acho os filmes umas belas bostas.
2. Senti muitas saudades de alguém que não me manda nem sinais de fumaça. Fiquei com raiva.
3. Estudei o calendário pra ver em qual feriado vou voltar ao Rio Grande do Sul, mas ainda não sei.
4. Me dei conta de que preciso ficar uns tempos sem passar na Renner, já que sou incapaz de sair de lá sem uma sacola e um novo carnê.
5. Tive milhões de idéias de coisas pra fazer no meu aniversário (que é só em abril). Depois me dei conta de que ele vai ser numa véspera de feriado e as pessoas vão ter mais o que fazer além de me dar parabéns. Broxei.

Hoje

1. Cheguei atrasada na Câmara pela quinta vez em cinco dias de trabalho no ano. Definitivamente, estou com problemas com essa coisa de acordar cedo.
2. Preciso cortar meu cabelo.
3. Preciso arrumar meu quarto. Mas tão certo quanto meu nome é Cecília, pode ter certeza de que não vou fazê-lo.
4. Tô com vontade de assistir "Requiem for a dream".
5. Espero ansiosa por notícias da cidade do róque e do frio.
5. Depois de receber notícias da cidade do róque e do frio, queria ir até lá e dar abraços carinhosos e esmagadores de congratulações em duas pessoas especiais.

Amanhã eu vou

1. Passar a tarde com amigos queridos.
2. Mandar pro espaço as tarefas domésticas que deixei pra amanhã.
3. Ligar pro papai – estou com saudades.

5 coisas que me assustam

1. O fato de um conhecido, mais ou menos da minha idade, ter morrido do coração essa semana – porra! ninguém com vinte e tantos poderia morrer do coração!
2. O carnê de pagamento do condomínio.
3. Meu guarda-roupa no estado em que está. E a possibilidade de ser engolida por ele e nunca, nunca mais conseguir sair de lá.
4. A possibilidade de passarmos – meu irmão e eu – por um aperto financeiro a partir do final do mês que vem.
5. Comportar-me como uma menina de 12 anos se certo reencontro se der na semana que vem.

3 coisas que estou vestindo neste momento

1. Uma blusa que não é do meu uniforme – pela quinta vez em cinco dias de trabalho no ano.
2. A saia azul mais amassada de toda a história da terra.
3. Olheiras profundas que tenho vestido todo santo dia desde que voltei de férias.

Coisas que eu realmente quero agora

1. Dormir.
2. Coca-cola com gás de verdade, estupidamente gelada.
3. Ser uma servidora pública do tipo que ganha dinheiro e não faz porra nenhuma.
4. Viajar de novo. Pode ser pra Curitiba. Ou Porto Alegre. Ou Santa Maria. Ou qualquer lugar bacana.
5. Um café da manhã de hotel – meu estômago ronca.
6. Conseguir fechar o número suficiente de pessoas pra uma van rumo ao Curupira, dia 11.


Cecília, às 09:00



Quinta, 02 de fevereiro de 2006

O mundo não é dos avulsos

Às vezes isso é um pouco cansativo, do último capítulo da novela em que tudo fica bem quando os casais se formam ao strogonoff pré-pronto Sadia que rende duas porções que você compra no supermercado, o mundo parece ter sido feito pra dois. Dois em dois. Pessoas aos pares.

Oh! mundo cruel!

Isso sem contar as tias más que acusam as mocinhas de serem solteiras-quase-balzacas!

Eu, particularmente, não me incomodo com minha solteirice. Tenho um gosto um tanto quanto estranho, o que não ajuda muito a começar relacionamentos. Não sou uma pessoa das mais fáceis de se conviver, o que não ajuda muito a manter relacionamentos. É claro que quero um amor-meu-grande-amor como toda mocinha que se preze, mas não é assim um caso de vida ou morte.

Porém, para as senhoritas disponíveis e apressadas de Joinville, Blumenau, Jaraguá e região, nem tudo está perdido!!

Engenheiro! Nível superior e tudo! Partidão!
(desconsidere a qualidade podre da foto)

Dei de cara com isso ontem, num muro do centro da cidade.
Tá ali: engenheiro quer conhecer jovem, sincera, carinhosa, para relacionamento sério. Contatos e tudo o mais. Fiquei pensando no que leva uma pessoa a isso (caso seja sério e não uma palhaçada de alguém sacaneando um outro alguém). Fiquei pensando mais ainda no desespero de uma donzela pra responder a uma coisa dessas.

As pessoas estão enlouquecendo.
Ou eu.
Ou é um sinal do fim dos tempos.

Ou só mais uma bobagem, hehe.


Cecília, às 09:50



Terça, 31 de janeiro de 2006

Então vai ficar assim (vai?)

Bem, eu não sei se esse layout está exatamente como eu queria, porque também não sei exatamente que layout eu queria, sacumé? Mas me parece bom. Parece melhor do que antes. Vai ficar assim e pronto.

As idéias ainda estão confusas.
Some sono atrasado, muito atrasado por sinal, com milhões de tarefas domésticas pendentes, a ginástica das contas pra pagar no mês pós-férias, o calor com ar-condicionado que continua quebrado aqui no trabalho e a minha cabeça que latejava ontem à noite. Sei lá, não tô reclamando (não?), nem ro****ando, como diriam uns conhecidos, são só constatações da realidade. Blé.
E ainda por cima acabei de ler "Amor em segredo" e não me vem nenhum outro livro em mente pra começar - eu sou uma pessoa mais feliz quando leio, isso também é fato.

Mas como nem tudo são rabugices, ontem pude rir até dar cãibra (acabo de descobrir que isso se escreve assim) no rosto com minha querida Cinthia e meu melhor irmão do mundo. Ah! que delícia! É tão bom reencontrar as pessoas que a gente gosta, não é?

Ai, tenho uma porção de coisas acumuladas pra dizer. Aguardem os próximos capítulos.



(alguém mais reparou como minha mente tá bagunçada, as idéias desordenadas? eu, hein?)


Cecília, às 12:45



Segunda, 30 de janeiro de 2006

Hora de voltar

Talvez eu nunca tenha criado tantas expectativas a respeito de um simples período de férias. E certamente eu nunca tive minhas expectativas tão superadas como dessa vez. Foram férias divertidas, merecidas, bem aproveitadas... E eu tinha um post enooorme sobre esses dias, mas qualquer coisa que eu diga não vai falar de verdade sobre todas as histórias, todas as risadas, todos os momentos, tudo tudo tudo.

Em todo caso, pra não dizer que eu não falei das férias, pela ordem, foi assim:

Porto Alegre. Sensação térmica beirando os 140°. Nice e Rafa. Vontade de abraçar os dois até esmagar, de tanta saudade. Tati, muito prazer. Quase overdose de Adriana "Pirilim Pirilim" e Zeca Baleiro - em DVD feliz e infelizmente, respectivamente. Orgias de compras. Orgias gastronômicas. Risadas intermináveis. Comentários cretinos. Filmes, uma porção. Livros, uma porção. Tramandaí, praia, preguiça e cerveja - Polar, claro. Parabéns pra Nice, parabéns pros pombinhos. Mais Porto Alegre. Cuidado pra não gastar todo o dinheiro do banco em roupas e livros e cedês! Ônibus. Santa Maria. Aquilo é o fake Saara. Tia queridona, primos grandes. Uma tia é sempre uma tia, logo: "Não tem namorado? Já tá quase balzaquiana!". Blé. Preguiça. Preguiça. Preguiça. Ananda - êêêê!! - e parabéns pra ela. Macondo, o lugar é foda e a cerveja é barata. Tiago, muito prazer, figura bacanérrima. Queríamos inverno pra sermos elegantes como a Bia Falcão - viva. DCE, mais cerveja barata. Dançar como uns descontrolados. Titia ri da bebedeira. Macondo de novo. Passeios pela cidade. Bolo nas demais tias. Chimarrãozinho de fim de tarde. Carreteiro de charque. Alpargatas. Ônibus. Porto Alegre. Carro e estrada. Escala em Tramandaí. Risadas até chorar. Já é de madrugada. Passaram três semanas? Voando. Tô em casa.

Faltou visitar a irmã em Cachoeira do Sul e lá conhecer o seu Vertov. Faltou também conhecer a Camila e a Bethânia. Mas na próxima eu não vou deixar passar.

Agora senhoras e senhores, de volta aos meus. Ao lar, ao trabalho, aos queridos.
Vamos lá!


Cecília, às 12:55