. Segunda, 08 de agosto de 2005 .

Pela ordem
Compartilhando do último final de semana fungi na casa de mato

Sexta-feira. Cinthia. Funções no centro. Casa da Cinthia. Arrumar a bagagem. Embarcar na Julieta. Bi e Douglas no bar. Fazer hora. Fazer compras. Vambóra! Estrada. Risadas. Bobagens. Quase morte por susto. Chegamos. Fungos e amigos. Cerveja. Pingos nos is. Emocionantes partidas de bocha. Mais cerveja. "Vâmo ali na grama resolver isso!". Bife de madrugada. Todos cansados. Barraca. Sono.

Sábado. Levanta todo mundo. Vamos pra cachoeira. Não vamos pra cachoeira. Vamos pra cachoeira. Ninguém foi. Mais pessoas. Pescaria. Piscina. Bagunça. Seu Jorge Ben e "A tábua de esmeralda". Reino Fungi ao vivo. Músicas novas - que maravilha! Delícia de almoço. Mais bagunça, mais piscina e mais música boa. Passa a tarde. Menos pessoas. Meninas na cozinha. Meninas na churrasqueira. E segue a cerveja! Baita som feito por Guinho e Vitor - os fungis, Marcos - o cunhado fungi, e Guto - o pequeno. E come. E bebe. E conversa. Menos pessoas. Festa POW na cozinha. Discotecagem de Vitormod. Povo cansando. Amontoa todo mundo no quarto - no mesmo quarto. Morrer de rir com o Douglas e o menino marrom e mais mil bobagens. Sono.

Domingo. Sai da cama. Cafélimpezalmoço, tudo de uma vez só. Boa música enquanto isso. Cerveja enquanto isso. Junta as coisas. Carrega o carro. Vamos embora. Mais fungos. Não, não vamos embora. Carrega a van. Ainda boa música. Ainda cerveja. Solenidade de encerramento. Na verdade ninguém quer ir embora. Mas precisa. Entra no carro. Toca pra casa. E até a próxima.


uma casa de mato...

... um lugar bem longe daqui

. Cecília . às 10:00 . .


. Quarta, 03 de agosto de 2005 .

Definições

Absurdo: do Latim absurdu
s. m.

1. Contra-senso, disparate, dislate, tolice, paradoxo. 2. Situação em que pessoas negativamente bizarras estão perto, muito perto, tão perto que até dá a impressão de onipresença; enquanto pessoas queridas, bacanas, interessantes eticétera eticétera estão longe - de mim, no caso.

Amigos: masc. plu. de amigo, do Lat. amicu
adj.
1. Favorável, partidário, aliado. 2. Afeiçoado, que tem amizade.
s. m.
3. O que quer bem. 4. Aquilo que Cecília aprendeu a selecionar. 5. Aquilo que Cecília fica feliz ao constatar que tem, nem muito, nem pouco, mas no número em que precisa. 6. Aqueles que, por exemplo, arrastam Cecília de casa quando ela acha que lá fora está nublado e mostram pra ela que na verdade é um lindo dia e que é bobagem ficar na cama.

Lugar: do Lat. locale
s. m.
1. Espaço ocupado, localidade, terra, povoado, sítio, local. 2. "Lugar do caralho", expressão que denota um lugar legal para dançar, se escabelar, que tenha um som legal, gente legal e cerveja barata. 2.1. Expressão que faz referência à propriedade do senhor Aleixo, na zona rural de Joinville, onde pessoas ótimas se encontraram no último sábado, dia 30, ouviram e dançaram boa música e compraram cerveja por dois pilas.

Nojo: afér. de enojo < Lat. in + odiu, com ódio
s. m.
1. Náusea; enjoo; asco; aquilo que inspira asco ou repugnância. 2. Sensação de quem vê outrem pegando e principalmente pondo a boca em pessoa - ou deveria dizer coisa? - que pode causar pesadelos.

Palhaça: fem. sig. de palhaço, do It. pagliaccio
adj. f.
1. Boba, saltimbanca, funâmbula. 2. Aquela que chega no trabalho às sete da matina, enquanto sua coleguinha não tem horário pra começar - porque ela não consegue chegar cedo, tadinha. 3. Aquela que deveria sair do mesmo trabalho às 13h, mas não pode, porque a outra coleguinha também é uma cretina abusada e se atrasa todosantodia. 4. Aquela que tem entre as peças de seu uniforme de trabalho um lindo, brilhante e reluzente nariz vermelho.

Piegas: adj. e s. 2 gén. e 2 núm.
1. Chorão. 2. Pessoa ridiculamente sensível. 3. Estado em que se encontra Cecília, que tem achado tudo lindo demais e cor-de-rosa demais, apesar dos pesares. Que tem sonhos acordada compulsivamente, que pensa quase o tempo todo nas mesmas coisas e que ri de boba quando alguém lhe vem em mente.

Saudade: do ant. soedade, soidade, suidade < Lat. solitate, com influência de saudar
s. f.
1. Pesar pela ausência de alguém que nos é querido. 2. Aquela vontade grande de ter alguém que não está junto, ou perto, ou qualquer coisa desse tipo. 3. Aquela coisinha que incomoda, quase dói e só passa na presença de quem faz falta. 4. "Saudade, porra!", expressão que denota saudade descontrolada, saudade que já foi além da elegância e de quaisquer princípios e noções de bons modos.

Final: do Lat.finale
s. m.
1. Fim, remate, desfecho.


. Cecília . às 09:00 . .


. Quinta, 28 de julho de 2005 .

Do que mesmo eu queria falar?

Não sou o tipo de pessoa que escreve no blog sobre calos no pé ou dores de barriga, até porque sei que ninguém está interessado no assunto. Mas ocorre que os malditos brancos de memória, que eu antes atribuía à cerveja, agora resolveram se manifestar em um momento em que eu só bebi chá e café. E isso está me assustando. Alguns intervalos da tarde de terça passada simplesmente se apagaram. Horrível.

Precisei pedir socorro pro meu neurologista, e o Dr. Mãozinhas Pequenas me explicou que essa história pode ter o nome de síndrome da amnésia orgânica. Não é uma amnééééésia, daquelas que a pessoa esquece tudo mesmo. É, digamos, um problema de esquecimento em doses homeopáticas. E pode estar, mas não necessariamente, ligado à:
1. ingestão de álcool;
2. ingestão de outras substâncias como minha adorada sertralina ou os inocentes chá e café;
3. traumas;
4. motivos orgânicos dos mais variados e
5. mais uma brincadeirinha da minha cabeça com falta de lítio.

Pra ter certeza do que há, uma lista de exames pra fazer. Veremos.

E pra não esquecer de coisas importantes, vou anotá-las aqui:

Detesto: atitudezinhas pra chamar a atenção (mesmo que veladas) e despertar perguntinhas. De ausências propositais a crises de choro forçadas, passando por orkuticídios.
Adouro: a lua no céu quando já é dia. Especialmente se ela estiver cheia. E se já for umas duas da tarde e lá em cima estiver bem azul e limpo.

Mas, enquanto os exames não vêm, procurei a cura em comprinhas (hehe) e no incontrolável desejo de estar no lugar da alemoazinha de Edukators. Ah! na casa no meio do mato com os dois bonitões - fora o velho, claro.
Hum... eu disse menina numa casa no mato com bonitões? Eu disse isso mesmo? Bem... isso é assunto pra outra hora! Ho... ho...
;)


. Cecília . às 19:50 . .


. Quarta, 27 de julho de 2005 .

Acontecimentos e devaneios em drops

° Sim, senhoras e senhores! Reino Fungi na noite de sábado, com irmãozinho e senhora, irmãzinha e as fotos descontroladas, Cinthia, as demais pessoas bacanas, as nem tanto - mas os chatos também tem direito à diversão, poxa vida! -, e por aí à fora. Já me cansa falar dos shows desses guris, são sempre tão bons, me sinto tão repetitiva... hehe

° No domingo de menina de família, almoço em casa de papai e televisão com tooodo mundo amontoado no sofá, como manda o figurino!

° Os dias seguintes foram de saudades, descobertas, e uma seqüência de põe o DVD, dá o play, come uma porção de chocolates com menta, toma chá quentinho, tira o DVD e começa tudo de novo... Hitch - que eu peguei só pra agradar minha irmã e depois gostei -, De olhos bem fechados, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain - de novo e de novo e de novo... -, Ray, e ainda tenho Edukators lá em casa, a minha espera.

° Assistir Amélie fez voltar a minha mente a eterna questão sobre nomes de crianças. Será que uma filha teria ódio de mim por ter esse nome? Será que teria mais ódio do que se fosse Candice? Por que eu nunca pensei em nomes simples como Ana ou Maria? Já gostei de Sophia - com pê-agá, é claro -, de Nina - muito antes do surgimento da filha da Senhora Mod - e acho que Antônia foi o nome mais, digamos, cru, do qual eu já gostei. Ai ai...

° E agora, responda-me: você já sentiu uma falta tremenda de alguém com quem nunca conviveu, ou eu que estou ficando louca? (Tudo bem... tudo bem... uma possibilidade não exclui a outra, mas não se trata disso)
Estranho... sabe como é ver alguém que você mal conhece nas pequenas coisas do dia? E nas suas pequenas coisas? E dividindo as pequenas coisas? Sabe como é não tentar sufocar os delírios, pra ver até onde podem ir as idéias envolvendo alguém?
Ai. Um médico, por favor. Alguém chame um médico.

Paremos por aqui. É o melhor que tenho a fazer.
;)


. Cecília . às 08:55 . .


. Sexta, 22 de julho de 2005 .

A Fantástica Fábrica de Expectativas

Detesto criar expectativas sobre as coisas, fantasiar sobre o que quer que seja, mas o que quer que seja me-e-es-mo, mas não estou conseguindo me controlar no que diz respeito à A Fantástica Fábrica de Chocolate. Eu pareço uma criança, eu falo nesse filme com todo mundo há dias...
Mas, convenhamos, o primeiro foi um clássico das tardes da minha infância! :)
E agora eu quero assistir uma, duas, muitas vezes. Quero levar minha irmãzinha pra ver. Quero me entupir de pipoca e, obviamente, chocolate, enquanto assisto. Ai ai ai ui ui ui - acho que essa coisa de clássico da infância me fez regredir uns dezoito, vinte anos... hehe

Mas, mudemos de assunto...

Amanhã tem Reino Fungi - direto da concentração na casa de mato - no Taberna e Blasè no Matches. E domingo tem Mundo Livre S/A na Biero.
Quer me ver feliz e com cara de diversão?
Então ligue 0300 123 005 para doar cinco reais, 0300 123 010 para doar dez reais, 0300 123 000 para me doar todo o conteúdo da sua conta bancária... ou pode deixar um envelopinho na caixa de correspondência do meu prédio.

Nhe nhe.

É sexta, pessoas! Divirtam-se!


. Cecília . às 07:55 . .


. Quinta, 21 de julho de 2005 .

Festival de gritinhos, hormônios e galinhagem

Não cheguei a conferir nos meus arquivos, mas tenho a impressão de que todo o ano, em algum momento, escrevo nesse blog sobre minha repulsa ao Festival de Dança. Aí você pensa: claro, bem coisa de menina gordinha frustrada, que parecia um bujãozinho cor-de-rosa dentro da roupinha do ballet, quando era pequena!
Mas não se engane, não é nada disso.

Na verdade acredito que nenhuma pessoa normal nesta cidade goste destes dias do mês de julho - a não ser que seja dono de hotel, restaurante ou venda camisinhas. Porque o simples ato de andar na rua torna-se insuportável! É preciso desviar todo o tempo de grupinhos histéricos de adolescentes no cio, que ocupam todos os lugares da cidade e acabam dando início a um surto sapatilhofobia.

Meu Deus! Meu Deus! Digo isso porque uma singela ida ao shopping para um café ontem, já me fez voltar pra casa irritadinha. É gente demais pra ser atendida em todos os lugares, o que torna péssimo o antendimento. É gente demais pra sentar, o que torna difícil achar um lugar. É gente demais até andando pelos corredores - e devagar, claro! - o que torna insuportável um passeio onde quer que seja.

E tudo bem que eu não gosto de gente, tudo bem que eu posso me irritar com as pessoas com uma certa facilidade, tudo bem que eu tenho uma ligeira vontade de exterminar parte da população mundial... mas pode ter certeza de que, ainda que tudo isso não fosse verdade, eu iria detestar o Festival. Éca!

Aaaaah! Foi um desabafo. Sinto-me bem melhor agora.
E, a propósito, sabe o que vou fazer hoje à noite? Vou pegar o ingresso que ganhei na Câmara e ver o Ballet Clássico, no Festival... "se não pode vencê-los, junte-se a eles", não é o que dizem? Hehehehe...

;)


. Cecília . às 08:40 . .


. Segunda, 18 de julho de 2005 .

Blá blá blás dos dias de diversão

Àqueles que passaram os últimos dias praguejando porque não iriam ao Curupira no final de semana, enquanto eu faria isso: meus parabéns! Seus pensamentos concentrados resultaram em uma série de fatores que não permitiram que eu e minhas companheirinhas de aventuras fôssemos até Guaramirim.

Àqueles que eu queria tanto ver no palco no sábado que passou, sinto muito por não ter comparecido. Mas outras oportunidades virão, certamente!

Agora, meus queridos, em compensação, Cinthia e eu nos divertimos pra chuchu numa casa de mato, num lugar bem longe daqui, com os meninos Fungos, risadas e bebidinhas. Também, lugar lindo e companhias ótimas, queria o quê?

E o final de semana passado, em Curitiba, lembra?
Eu lembro! E aqui há dois pequenos registros de tais momentos!


Dani - o mod, eu e Yeda - a boneca


Eu, Ismar - a lenda, e o guri mod

E no mais, tenhamos todos uma boa semana!
:)


. Cecília . às 08:40 . .


. Sexta, 15 de julho de 2005 .

Feriado na quinta mas - por favor!! - não vamos emendar!!

Ontem foi o dia nacional de sentir-se um lixo aqui na Ceciliolândia. Mas ontem foi ontem, já passou. E a sensação de ser menos do que um monte de coisa nenhuma persiste estranhamente. Droga!

Óquei, moça, vamos lá! Pouquíssimas pessoas são melhores do que tu na incrível arte de fingir que está tudo bem! Vamos! Vamos! Melhora essa cara!

"Pois é, doutora, nem tudo na vida se resolve com 250mg de sertralina..."

Porra! Mas é sexta! Faz um esforço!
É sexta e amanhã tem isso aqui ó:


Tá bom... tá bom... não garanto melhoras imediatas, mas eu vou tentar!


. Cecília . às 07:10 . .


. Terça, 12 de julho de 2005 .

Curitiba em poucas (e boas) palavras

Sim, senhoras e senhores, o final de semana foi de me dirigir à Curitiba e aproveitar pra chuchu!

Fui muito bem recebida por menina Yeda, num quase inacreditável momento em que descobri que ela não é um personagem virtual, a moça existe mesmo e é uma pessoa das melhores! A ela meus especiais agradecimentos!
:)

A noite foi caindo, e juntaram-se a nós senhoritas Fergabe e Lee Lee. Depois de risadas, conversas, bebidas e demais preparativos, saímos rumo ao Nico.
Superados alguns incidentes iniciais e passado o tempo de espera congelando de frio, a festa começou, primeiramente com as meninas e Ismar - a lenda e depois também com a presença de Dani - o mod. Por motivos de força maior, Juliana - a senhora Danimod não esteve presente, mas espero conhecê-la em breve!
Dançamos até não poder mais ao som de músicas ótimas, demos várias risadas e assistimos a cenas impagáveis!

Fim de festa, domingo de curar ressaquinha e retornar ao lar...

E vontade de voltar a Curitiba na próxima POW!
Me acompanha?


. Cecília . às 09:00 . .


. Sexta, 08 de julho de 2005 .

Oh! Sexta-feira!

Sim! Sexta, frio, minha irmã veio do Rio Grande e vou vê-la hoje, amanhã é dia de embarcar pra Curitiba, conhecer pessoalmente um monte de gente bacana, sentir ainda mais frio e a expectativa de diversão é das grandes!


É! Eu vou! (clica na figura pra ver maior, coisa!)

Pra quem fica em Joinville City, tem Reino Fungi no Dyik's, na Barra do Sul.

No mais, façam um favor pra mim?
Aproveitem o final de semana!
:)


. Cecília . às 11:50 . .


. Domingo, 03 de julho de 2005 .

Conversa de elevador

Girou a chave. Um, dois, três, quatro, cinco passos até o elevador. O botão. A luz. Estava subindo. A porta abriu. Ótimo. Agora era só sair por aí fazer tudo o que precisava, talvez procurar alguma coisa nova pra vestir no próximo sábado e...
... droga! Parou!

Ficou ali uns minutos esperando por alguma movimentação.
"Por que vizinhos não saem no domingo?" - pensou.

A impressão era a de estar por horas dentro daquela caixinha. Pensamentos que não queria vagavam por sua cabeça. Tentou afastá-los, não deu muito certo.
De repente uma porção de reflexões furadas sobre as coisas que havia se permitido, ou sobre aquilo que havia censurado nesses vinte e tantos anos se espalhavam como loucas pelo elevador parado.

Certamente já vivera uma quantidade suficiente de euforias e deleites passageiros para acumular bastante sorrisos. Mas não entendia porque sempre cortava as possibilidades de felicidade duradoura. Não entendia.

"Anda elevador... por favor... me tira disso..."

É o medo de não dar certo - quase ouviu uma voz dizendo. O medo acumulado pelas vezes em que as coisas não deram certo.

Foi quando alguém gritou com ela. Sim, ela tinha certeza, alguém dentro daquele elevador onde ela estava só, gritou com ela. E a mandou deixar de ser burra. Porque ter medo das coisas darem errado e não se permitir tentar, nunca impediu que alguns fracassos realmente acontecem. Só impediu o que era bom.

Sentiu-se pequena. Estúpida. Covarde.
Sentiu-se uma porção de coisas que não combinavam com ela. Não podiam combinar.
Sentiu medo dos dias seguirem desse jeito. Não havia nascido pra isso. Não pra coisas pela metade. Não pra fragmentos de coisas boas.

O elevador recomeçou a descida. Ela nem percebeu, mergulhada que estava em achar dentro de si razões para não ter mais medo - a não ser medo de permanecer igual.

A porta abriu e ela caminhou em direção à rua com um estranho sorriso. Cara de quem saía de um importante encontro. De quem tinha feito uma grande descoberta.

Descobriu-se. Descobriu-se melhor do antes. Exatamente como seria daqui pra frente.


. Cecília . às 15:10 . .


cecília

that's me!aquela que só gosta das coisas da forma mais intensa. daquele jeito que (quase) machuca. que dá vontade de comer de colher, com as mãos, de lambuzar os dedos.

senão, que graça tem?


24. funcionária pública. estudante de jornalismo. róquenrou. amigos. cerveja. róquenrou com bons amigos e muita cerveja. e livros. e filmes. coisas estranhas. pessoas estranhas. tattos. as minhas tattoos. meias coloridas. blogs e afins. e chá verde.


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diarinho cada vez mais escancarado. que vai da poesia à (como diria vovó) bagaceirice num instante, exatamente como eu!

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o mais adequado para um surto tremendamente piegas. perfeito!


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