. Quinta, 08 de setembro de 2005 .

Róquenrou, feriado, pés pra cima e etc

Terça à noite, quarta de madrugada. A história começou devagar, meio tímida, com coisas que pareciam novas. Mas aos poucos tudo foi se encaixando, entrando no ritmo - que só aumentava de intensidade -, e os corpos suados se agitavam de modo quase frenético, cada um esquecendo de que não estava sozinho até que... até que acabou.
E com um sorriso no rosto, todo mundo sabia que tinha sido muito bom.

Assim foi Reino Fungi e Dissonantes no Taberna. Momentos com as belas músicas novas, as boas e velhas conhecidas, de dançar até não aguentar mais e voltar pra casa com aquela sensação de cansada porém feliz.
Foi um show e tanto.

Eu - vocação natural pra melancolia - ouvia as novas músicas e lembrava dos guris na casa de mato, meia e pantufa de pêlos, violão e cerveja, essas coisas, e já sentia um pouco de saudades. Hehe, muito boba...
Tudo isso porque logo depois do show, os moços rumaram pra São Paulo - hora de correr atrás de novas aventuras pra banda! Bem, sucesso pra eles!

No mais, o Taberna abusou do direito de querer ganhar dinheiro e mal era possível se mexer lá dentro. Gente demais. Mas tudo bem, já passou.

A quarta foi só pra descansar. Dar aquelas espreguiçadas compriiiidas e nem sair direito da cama. Fazer umas reflexões furadas e depois dar risada sozinha. E ler até as letrinhas sumirem. E ver TV até a imagem virar um borrão e o som ficar longe, bem longe. E eu adoro isso!


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Eticétera

... Corpse Bride, já ouviu falar? Acaba de entrar pra minha lista de euquero!euquero!euquero!. Sem contar que o site é foda. E Wallace & Gromit, conhece? Pois é, também.

... Eu sei que você me adora, por isso me dê um presente! Ou mais de um também, não vou me incomodar!

... Quer saber? Leia Zine Vanilli.

... E, hum... alguém sabe um bom método de envio pra Bangladesh ou coisa parecida, de coleguinhas de trabalho insuportáveis, que se acham gostosas, que se acham sua melhor amiga, que querem se meter na sua vida e ainda por cima tem pêlos no peito? (malditas blusas degotadas do verão!)

... Ah! e antes que eu termine, você poderia, por favor, me indicar um bom livro? Obrigada.



. Cecília . às 07:50 . .

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. Segunda, 05 de setembro de 2005 .

Pouca inspiração pra falar dos dias de diversão

Já comecei umas três vezes a escrever sobre o final de semana, mas a inspiração está rala, a preguiça da segunda de manhã está forte e o texto não está saindo. Mas ao contrário das palavras que não estão animadas pra sair, os últimos dias foram bem bons!

Rápidos registros:

Sexta: Luluzinhas em casa Fungi. Aline, Cinthia, nossa querida anfitriã tia Clarice e eu. Risadas, desabafos, conversas sérias, palhaçadas, cervejinhas, pizzas e o tempo passou voando! Guris Fungos de volta ao lar, fim das coisas de meninas! Taberna depois - mais pra não voltar pra casa do que pra ir ao Taberna propriamente, mas tudo bem - umas bobagens, umas risadas... as boas coisas de sempre.

Sábado: Lopez e Mordida. Uma porção de gurias lá em casa. Antes do show, um boteco qualquer. Durante, agradáveis reencontros. E shows fodas. E todas aquelas coisinhas pieguinhas das letras do Mordida que eu adoro. E dançar até meus pés pedirem pelamordedeus pra eu voltar pra casa. Em casa, o último bloco de O Jovem Frankenstein, um bocado de páginas de Anjos e Demônios e finalmente não resisti - cama.

Domingo: Chuva sem parar em Joinville City, nada de surpreendente! Várias tentativas, de ir pra Araquari, de ir ao cinema, de assistir Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, o jogo do Brasil... mas todas elas acabaram em uma Cecília embolada no cobertor, em cima do sofá. Preguiça absoluta.

Apesa do meu pouco ânimo no momento, hoje é quinta. Amanhã, véspera de feriado tem Reino Fungi e Dissonantes por aqui e a quarta é dia de pés pra cima.

E boa semana pras todo mundo!



. Cecília . às 09:00 . .

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. Sexta, 02 de setembro de 2005 .

Das descobertas - instrospectivo demais pra uma sexta-feira

Já estava só quando me dei conta de que não estava só. As costas contra a porta fechada, suava de um jeito estranho de quem não entendia nada dos acontecimentos dos últimos minutos.
Pensava e não achava respostas até que olhei pra dentro, e vi que ela estava ali, já fazia um bom tempo. Ela sorriu pra mim, uma cara de idiota-contente que nunca imaginei ver no meu rosto. E não abria a boca, apenas sorria, mas eu podia ouvi-la dizendo - era a minha voz - que assim não tinha a menor graça, que sentir não era só corpo, que também poderia ser coração, mesmo que eu não acreditasse nisso, ou tentasse evitar. Seguiu dizendo que não condenava nada, que eu não estava errada naquilo que já havia feito até então, mas que chegava a hora de eu descobrir outras maneiras de fazer as coisas. Mais bonitas, sensíveis. Bobas - já que eu insistia em chamá-las assim.
Perguntou se podia ficar.

Fiquei com medo, mas sorri e disse que sim. Só pedi que por enquanto ficasse quietinha. Precisava assimilar aos poucos os fatos novos.

Espero que ela tenha aparecido em boa hora.

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Deixando as minhas coisas de lado, vamos nos divertir, hoje é sexta!



. Cecília . às 11:55 . .

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. Quarta, 31 de agosto de 2005 .

E seguem os dias...

Chove. O bastante pra eu passar a noite torcendo por um alagamento que não veio, pra eu chegar no trabalho molhada até os joelhos - o que no meu caso não é muita coisa, mas tudo bem - e pras minhas meias estarem até agora concentrando água o suficiente pra eu nadar um pouco.
Mas isto é Joinville, senhoras e senhores!
E caminhar até a Câmara hoje pela manhã com o guarda-chuva em punho, mas me molhando do mesmo jeito, me fez sentir morando nesta cidade como há tempos não me sentia... hehe.

Não há novidades por aqui. Fora a programação da sessão da tarde que está me permitindo momentos de nostalgia profunda - mas ninguém está interessado nisso, certamente.

E já que não tenho muito o que dizer, fotos! Lembranças do final de semana que estive em Jaraguá, que recebi do Zig hoje pela manhã.



Eu e Bob


Eu esmagada e Joyce mandando beijinho


Eu (cara de sei lá o que) e Bob + o casal sensacional Vini e Adri

Foram mesmo bons momentos!
:)

E por falar em bons momentos, o sábado que se aproxima também promete alguns.
Ô-bá!



. Cecília . às 10:40 . .

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. Terça, 30 de agosto de 2005 .

Calor, delírios, vontades e final dos tempos

Caminhava pra casa com aquele vento no rosto. Era um vento quente, estranho. Chamou de bafo de fim de mundo. E gostou de pensar em "fim de mundo"... e se acabasse mesmo? Não acreditava naquilo mas prosseguiu, listando mentalmente as coisas que gostaria de fazer antes do fim.

Gostaria de abraçá-lo. É, de abraçá-lo tão somente. Claro que também desejava todas as outras coisas, mas na urgência de um mundo no fim, gostaria de abraçá-lo bem forte, sentir seu corpo, respirá-lo, passar a mão por seus cabelos e não dizer uma só palavra - medo enorme de dizer bobagem.
E então esqueceria todos os outros afazeres de antes do fim. Nada mesmo estava parecendo tão importante quanto guardar pra uma suposta eternidade aquele abraço bem dado.

Ah! a porta. Precisava abrir a porta.
Sacudiu a cabeça como quem desfaz uma nuvem de pensamentos se formando sobre ela. Um abraço pra sempre, pensou. Mas apesar da insistência do cretino vento quente, não parecia que o mundo terminaria em breve. Será?
Girou a chave, entrou. E se foi o vento. Mas ficaram as idéias sobre o que queria fazer. E se terminasse agora, ela ali, no elevador, sem poder fazer nada? Aquilo pareceu terrível! Um andar. Mais outro. Mais outro. Em casa, ótimo!
E embora abraços não fossem possíveis dali, sentiu-se mais segura em relação ao fim. Poderia ligar pra ele, não poderia? Mas as palavras faladas... tinha tanto medo delas! Era tão ruim com elas, tão atrapalhada, tão com medo de parecer ridícula demais, empolgada demais, contente demais, menina demais...

O telefone olhava pra ela com cara de contagem regressiva. O relógio do vizinho, que às vezes a assustava, batia como dizendo "fim do mundo! fim do mundo!".

- Mas que coisa! Deixe de ser besta! - disse quase gritando, uma auto-repreensão.

(Ela vai ligar? Vai ligar?)

- Pare com essa bobagem de fim de mundo!

(Ah! não...)

Mas a mão no cabelo. Vento quente. Relógio. Fim no elevador. Vento cretino. Sinal de telefone. Abraço. Quanta bobagem. Palavras faladas. Silêncio. E se acaba agora? Deixa de ser boba. Abraçá-lo. Abraçá-lo. Abraçá-lo. Mesmo que não acabe. Vento de fim. Gira a chave. Relógio me assusta. E se acaba? Nada disso. E abraçá-lo. Fim do mundo. Coisas pra fazer. Coisas pra fazer antes que acabe. E se não acabar? Coisas pra fazer se não acabar. Abraçá-lo. De qualquer maneira. Mas daqui não dá. Telefone. Telefone? Sim! E a discagem rápida. Borboletas no estômago. Por que isso? Fim do mundo? Alô imaginário. Conversa imaginária. Ocupado.

Lembrou de Budapeste, lá pela página cinquenta e tantos:

"Adoraria ouvi-la falar disparates sobre os últimos acontecimentos, (...) Mas foi até bom não encontrá-la; a Vanda saberia que eu telefonava por nada, telefonava tão-somente para escutar a sua voz. Mesmo assim, liguei de novo..."

E de novo... ocupado.

É o fim.
Mas ainda queria abraçá-lo. E tanto.



. Cecília . às 11:40 . .

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. Segunda, 29 de agosto de 2005 .

Eu acredito em urucubaca...

E em maus fluidos. E em energia negativa. E na obesidade ocular alheia. Porque não tem outra explicação pra coisas planejadas com tanto carinho irem pouco a pouco desandando até não restar mais nenhuma alternativa.
É, não fui pra Jaraguá. E numa mistura de raiva e frustração, me recolhi aos meus aposentos e apaguei na noite de sexta.

Pra me salvar da terrível depressão (oooh!), dois dos meus prazeres menos secretos: filmes e sorvete. Ou, mais precisamente, Ata-me! (com todas aquelas cordas e telefones vermelhos e a feia mais bonita do cinema - amei!), Efeito Borboleta (com os lapsos de memória e exames neurológicos - me senti em casa!) e chocolate com amêndoas.

Parando pra pensar agora, me sinto dentro de um tremendo momento clichê! Atolada em filmes e sorvete sou praticamente uma mocinha de comédia romântica - éca! - cuspida e escarrada. Mas pelo uso da expressão "cuspida e escarrada" se vê que pra chegar no nível de mocinha eu precisaria, digamos, evoluir um bocado - se é que dá pra chamar isso de evolução.
Bem, ainda bem.

No mais, domingo tinha o tal do "rock na praça", mas como eu ando numa daquelas fases em que me irrito facilmente com gente comum, preferi ficar em casa. O que foi melhor mesmo, já que meu cérebro está com uma criatividade frenética. Quase posso ouvir o barulho das palavras batendo e dizendo "ei, será que eu posso sair daqui?". Tenho até pensando em não me contentar mais com esse diarinho e começar outro blog, só com meus devaneios... quem sabe?



. Cecília . às 09:30 . .

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. Sexta, 26 de agosto de 2005 .

Drops de sexta

° Pessoas na Ceciliolândia estão ansiosas. Hoje no final da tarde, sai o resultado do concurso que meu irmão querido prestou. Tá no site que é só às 18h, mas fico atualizando a página todo o tempo pra ver se não tem algo novo. Se encontrar Augusto Cunha de Oliveira entre os aprovados, dê os parabéns pra ele! Hehe...

° Compartilhando outra vez suas aventuras e palavrinhas na internet, pequena Cinthia retoma seu blog. Agora resta saber se já existe um post de reinauguração!

° Mais um pra lista dos meus filmes queridinhos: On the Edge (À beira da loucura). A história consegue ser bonita mesmo em cima de uma situação muito triste, tem o coisamaislindadessemundo do Cillian Murphy, uma trilha sonora foda e aaah! Amei!

° Pra hoje, Hora de voltar, filme que me sinto na obrigação moral de assistir, depois de passar quase um final de semana todinho ouvindo Bob defender, como se fosse uma questão de vida ou morte, a beleza da cena do headphone. Veremos!

° E também pra hoje, só que mais tarde, festinha da Astrolab. Madeixas, pessoas bacanas e diversão. Excelente!

Se estiver pelas redondezas de Jaraguá do Sul - vá!

Mas se não estiver, divirta-se onde lhe parecer melhor!
Bom final de semana!



. Cecília . às 10:30 . .

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. Quinta, 25 de agosto de 2005 .

O que só eu vejo daqui

Da janela se vê um tremendo azul de céu de bom humor. Dez andares pra baixo, aquela casa do jardim bem grande, da grama bem verde, das flores vermelhas que caem da árvore antiga. E os dois. Ele, sentado, ri alto de qualquer coisa que ela diz, como quem não se preocupa com nada, como quem tirou férias da vida de gente grande. Porque tudo ali é tão simples e bom. Ela apenas sorri. A cabeça recostada na perna dele, flores misturadas aos cabelos, as mãos dentro das mangas do casaco quentinho - o dele, pra que os dedos se entrelacem - e os pés descalços sentindo a umidade do gramado. Sorri e observa os claros olhos do outro, o semblante que é dele, mas também é dela. Aquela carinha meio boba de quem é mesmo feliz. E pensa sobre como não é preciso mais nada nesse pequeno pedaço de mundo perfeito. Sobre como sabe o que quer dessa vez. E os dois, ali, na grama, é o que quer pra sempre. Pra sempre viver uma colorida manhã de sol.



. Cecília . às 11:30 . .

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. Quarta, 24 de agosto de 2005 .

Do colorido que há por dentro

Cinza é o dia que há lá fora. Mas lá fora, tão somente.
Por dentro são as cores, reflexos e brilhos a, sem limites, confundirem-se.
E me confundem também, num bonito que alucina, entre nuances e lembranças e detalhes e rabiscos do que fomos em meus sonhos e no mais doce do real.

E misturam o que é bom com o que é ainda melhor.
E o que foi com o que ainda será.
E o que é saudade com o que é expectativa.
E o que é você com o que sou eu.



. Cecília . às 10:40 . .

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. Segunda, 22 de agosto de 2005 .

Quero ir além do que me satisfaz...

E fui. Pra Jaraguá do Sul.
Recebida por pequeno Bob, pessoas bacanas e cervejinhas, fomos de caravana pro meio do mato, festinha e show da Bondage. Feliz em ter entendido as letras das músicas - o que não foi possível na primeira vez que os vi no palco - gostei do show pra chuchu. É bom mesmo esse povinho performático! Antes, durante e depois, conversas e risadas com Bob e todo resto do pessoal (nada de citar nome por nome, porque certamente vou acabar esquecendo algum, hehe).
Encerrados os trabalhos no mato, junta todo mundo outra vez, tenta chegar até o carro sem cair, atolar ou tingir a roupa de barro e toca pro Curupira - sim!! finalmente eu estive lá!!

E qual não foi nossa decepção ao chegarmos ao novo destino e encontrarmos as garotas da The Boom Boom Chicks no palco vestidas como mocinhas de família! O fato gerou vários comentários indignados sobre a propaganda enganosa feita no fotolog do Curupira, onde as garotas apareciam em trajes diminutos!
Hehehehe... brincadeiras à parte, encontrei uma porção de joinvilhocas conhecidos, os queridos from Araquacity Keit + Júnior e Josué, Gica linda do cabelo de bala de goma, Daia - a aniversariante, e por aí a fora...
Considerando a hora adiantada em que chegamos lá, a passagem pelo Curupira foi rápida, e mais uma vez rumamos pra Jaraguá.

(corta pra delicada noite de sono infantil)

Domingo em família - dos outros.
Após café da manhã de cerveja e boa (às vezes nem tanto) música, almoço com Bob, Joyce + Neto e tarde de filminho no lar do casal.

Mas o tempo passa, e vem a hora de voltar pra casa, certo? Paciência.
Voltei cansada a ponto de estar na cama antes das nove da noite, mas com o saldo de uma série de ótimos momentos em companhia de pessoas bacanas. Bom. Muito bom mesmo.
E na sexta próxima, Jaraguá de novo, para a Astrolab Party II, que deve ser no mínimo bem interessante.

Tenhamos todos uma boa semana, é o correto.



. Cecília . às 08:50 . .

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. Sábado, 20 de agosto de 2005 .

De volta

Pois sim, de volta ao lar.

Colocando em dia os assuntos do post anterior, assisti A Fantástica Fábrica finalmente. Amei. Saí do cinema cantando Willy Wonka... Willy Wonka... eticétera e tal.

Em Curitiba, bom curso sobre cerimonial e sobre como pintar o interior das letras O da apostila - que foi o melhor a fazer durante as aulas sobre atendimento ao público. Sem problemas, já que havia coisas bem melhores pra fazer depois do curso!
Por coisas melhores, entenda-se encontrar Yeda e as meninas no Empório, apesar do meu estado lastimável - velha cansada! - visitar o lar doce lar da família Mod - e preciso dizer que quem não gosta da Nina, bom sujeito não é - e, é claro, fazer umas comprinhas.

Retorando à vidinha de sempre, ontem foi dia de ir ao bar fofocar e matar a saudade de menina Cinthia. E qual não foi nosso prazer ao nos tornarmos as pupilas do senhor Romeu, um tiozão bêbabo e mão aberta, que falou bobagem, fez uma doação de dez pilas pra gente tomar cerveja e foi embora pra casa fritar hamburguer até amanhecer, porque ele acha isso muito legal! Cada louco que aparece...

Hoje é dia de tocar pra Jaraguá do Sul, showzinho da Bondage no meio do mato, e depois sejaláoquedeusquiser.

Divertir-me-ei.
De preferência, façam o mesmo.



. Cecília . às 14:45 . .

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. Terça, 16 de agosto de 2005 .

De saída

Daqui a pouco estarei me dirigindo à minha casa, a fim de fazer as unhas, fazer as malas e ficar cozinhando a expectativa de viajar amanhã - sim, estou contente por viajar!

No começo da noite, estarei finalmente me dirigindo ao cinema, a fim de assistir A Fantástica Fábrica de Chocolate - não, eu não agüento mais esperar pra ver esse filme!

Amanhã pela manhã, estarei me dirigindo à Curitiba, a fim de fazer um curso, ver queridos e me divertir - sim, os últimos dois motivos me deixam beeeem contente!

So, até a volta!



. Cecília . às 13:15 . .

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. Segunda, 15 - de novo .

Mais do mesmo - de cara nova

Esse blog precisava de um layout novo. Agora não precisa mais.

Acho que eu preciso de motivos novos. Vou ali procurar, já volto.



. Cecília . às 20:35 . .

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. Segunda, 15 de agosto de 2005 .

Reflexões dos dias de pés pra cima
amontoado de pequenos manuscritos dos dias de folga

Ausente da vida online nos últimos dias, por estar de folga no trabalho, volto hoje pra registrar o que me passou pela cabeça e pelo papel enquanto estive fora.

... Como diz um querido meu, pode me apedrejar!, mas eu assumo: adoro ficar em casa só arrumando as coisas, cozinhando, cuidando de afazeres domésticos.
E eu nem sabia disso, mas descobri há pouco. Praticamente born to be dona-de-casa. E sem o menor constrangimento.

... Estou feito criança com essa coisa de viajar pra Curitiba dia 17. Bem, a razão oficial da viagem é um curso. Mas eu mereço dar umas voltinhas em outros ares, me comprar presentes (hehe) e rever queridos. Já fiz e refiz malas mentalmente inúmeras vezes, e também já listei outras tantas as coisas que quero fazer por lá. Aiaiaiai.

... Sonhei que transava com George, o Harrison. Novo, obviamente. Mas de repente eu olhava pro lado e ele era um corpo em decomposição. Éca! Somando isso ao fato de que dia desses sonhei que alguém tentava me sufocar com o travesseiro durante o ato, me vêm em mente as possibilidades:
a. vou morrer de tanto transar;
b. vou morrer de abstinência sexual;
c. tenho fetiches secretos (tão secretos que até mesmo eu desconheço) de necrofilia - ai, que nojo!
d. minhas práticas e/ou companhias sexuais, levam terceiros a desejar minha morte;
e. eu deveria parar de comer tanta bobagem à noite, talvez assim tivesse menos sonhos bizarros.

... Por falar em bizarrices sexuais, dúvidas sobre as fofoqueiras mentirosas super-criativas.
"Várias pessoas foram pra casa da Cecília fazer uma orgia". Ou ainda "a fulana ficou com esse e aquele ao mesmo tempo, na frente de todo mundo". Por que não "a fulana ficou com o ciclano, normalmente, super discretos, quase ninguém viu"? Ou "foram pra casa da Cecília e fizeram um papai-mamãe, cada dois na sua"? Fico pensando se por trás das carinhas das santas boas meninas de família com seus namoradinhos e seus comportamentos exemplares, existem na verdade pensamentos da mais alta promiscuidade (ooooh!!) que vão sendo liberados assim, aos poucos, em fofocas.
Verdade seja dita, deveriam fazer menos poses de boazinhas e mais sexo variado, pra deixar de falar esse tipo de bobagem!

... E eu quero um cachorro.
Alguma boa sugestão para um cão de apartamento?

Sim, essa última foi só pra mudar de assunto!

E tenham todos uma boa semana!



. Cecília . às 11:15 . .

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Cecília

aquela que só gosta das coisas da forma mais intensa. daquele jeito que (quase) machuca. que dá vontade de comer de colher, com as mãos, de lambuzar os dedos.

senão, que graça tem?


24. funcionária pública. estudante de jornalismo. róquenrou. amigos. cerveja. róquenrou com bons amigos e muita cerveja. e livros. e filmes. coisas estranhas. pessoas estranhas. tattos. as minhas tattoos. meias coloridas. blogs e afins. e chá verde.


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diarinho cada vez mais escancarado. que vai da poesia à (como diria vovó) bagaceirice num instante, exatamente como eu!

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